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quarta-feira, 25 de julho de 2007

Deus criou tudo que existe?


Um professor universitário desafiou seus alunos com esta pergunta: “Deus criou tudo que existe?”
“Sim”, respondeu, firmemente, um dos alunos.
O professor, então, disse: “Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal, pois o mal existe e, partindo do conceito de que nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então, Deus é mau.”
O jovem ficou calado diante de tal resposta e o professor, feliz de ter provado mais uma vez que a fé era um mito.
Então, aquele mesmo aluno perguntou ao professor: “existe o frio?”
“Lógico que existe ou, por acaso, você nunca sentiu frio?”
O rapaz respondeu: “De fato, senhor, o frio não existe. Segundo as leis da física, o que consideramos frio, na realidade, é a ausência de calor. Nós criamos essa definição para descrever como nos sentimos se não temos calor.”
“E existe a escuridão?”, continuou o estudante.
O professor respondeu: “Existe.”
“Novamente, cometeu um erro, senhor, a escuridão também não existe. A escuridão, na realidade, é a ausência de luz. Escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para descrever o que acontece quando não há luz presente.”
Finalmente, o jovem perguntou ao professor: “Senhor, o mal existe?”
O professor respondeu: “Claro que sim, lógico que existe. Como disse desde o começo, vemos crimes e violência no mundo todo, essas coisas são do mal.”
Ao que o estudante respondeu: “O mal não existe, senhor. Pelo menos, não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência de Deus em nossos corações. O mal é a definição que o homem criou para descrever essa ausência.”

terça-feira, 24 de julho de 2007

Amanhã pode ser tarde de mais

Era uma vez um garoto que nasceu com uma doença que não tinha cura. Tinha 17 anos e podia morrer a qualquer momento.
Um dia, decidiu sair sozinho e, ao passar por uma loja de discos, notou a presença de uma garota, mais ou menos de sua idade, que parecia ser feita de ternura e beleza. Foi amor à primeira vista. Abriu a porta e entrou, sem mais olhar para nada que não a sua amada. Aproximando-se timidamente, chegou ao balcão onde ela estava.
Quando o viu, ela deu-lhe um sorriso. Era o sorriso mais lindo que ele já tinha visto. A emoção foi tão forte que ele mal conseguiu dizer que queria um CD. Pegou o primeiro que encontrou, sem nem olhar de quem era, e disse:
- Esse aqui!
- Quer que embrulhe para presente? - perguntou a garota sorrindo ainda mais.
Ele só mexeu com a cabeça para dizer que sim.
Ela saiu do balcão e voltou pouco depois, com o CD muito bem embalado. Ele pegou o pacote e saiu. Daquele dia em diante, todas as tardes voltava à loja de discos e comprava um CD qualquer. A garota sempre deixava o balcão e voltava com o embrulho cada vez mais bem feito, que ele guardava no closet, sem nem abrir.
Ele estava apaixonado, mas tinha medo da reação dela. Assim, por mais que ela sempre o recebesse com um sorriso doce, não tinha coragem de convidá-la para sair e conversar.
Um dia, ele se encheu de coragem e foi à loja. Como todos os dias, comprou um CD qualquer e, como sempre, ela foi embrulhá-lo. Quando ela não estava vendo, escondeu um papel com seu nome e telefone no balcão e saiu da loja correndo.

No dia seguinte, o telefone tocou e a mãe do jovem atendeu. Era a garota perguntando por ele. A mãe, desconsolada, nem perguntou quem era. Começou a chorar e disse:
- Então você não sabe? Faleceu essa manhã.
Mais tarde, a mãe entrou no quarto do filho, para olhar suas roupas e ficou muito surpresa com a quantidade de CDs, todos embrulhados. Ficou curiosa e decidiu abrir um deles. Ao fazê-lo, viu cair um pequeno pedaço de papel, onde estava escrito:
Você é muito simpático. Não quer me convidar para sair? Eu adoraria!
Emocionada, a mãe abriu outro CD. Dele, também caiu um pedaço de papel que dizia o mesmo e, assim, todos quantos ela abriu, traziam uma mensagem de carinho e a esperança de conhecer aquele rapaz.
Assim é a vida: Não espere demais para dizer a alguém especial aquilo que você sente. Diga já. Amanhã pode ser muito tarde.

O que é o Amor?


Numa sala de aula havia várias crianças. Uma delas perguntou:- Professora, o que é o amor?
A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera. Como já estava na hora do recreio, pediu que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e que trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor.
As crianças saíram apressadas e, ao voltarem, a professora disse:
- Quero que cada um mostre o que trouxe.


A primeira criança disse: - Eu trouxe essa flor, não é linda?

A segunda criança falou: - Eu trouxe esta borboleta. Veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção.

A terceira criança completou: - Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha?

E, assim, as crianças foram se colocando.
Terminada a exposição, a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo. Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido. A professora se dirigiu a ela e perguntou: - Meu bem, porque você nada trouxe?


E a criança, timidamente, respondeu: - Desculpe, professora. Vi a flor e senti o seu perfume, pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse por mais tempo. Vi também a borboleta, leve, colorida! Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la. Vi também o passarinho caído entre as folhas, mas ao subir na árvore notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho. Portanto, professora, trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe?

A professora agradeceu a criança e lhe deu nota máxima, pois ela fora a única que percebera que só podemos trazer o amor no coração.

O Peso de uma oração


Uma pobre senhora, com visível ar de derrota estampado no rosto, entrou num armazém, se aproximou do proprietário - conhecido por seu jeito grosseiro - e lhe pediu fiado alguns mantimentos.
Ela explicou que seu marido estava muito doente e não podia trabalhar e que tinha sete filhos para alimentar. O dono do armazém zombou dela e pediu que se retirasse de seu estabelecimento.
Em pé no balcão, um freguês que assistia a conversa se aproximou do dono do armazém e lhe disse que ele deveria dar o que aquela mulher necessitava para a sua família, por sua conta.
Então, o comerciante falou meio relutante para a pobre mulher:
- Você tem uma lista de mantimentos?
- Sim, respondeu ela.
- Muito bem: coloque sua lista na balança e, o quanto ela pesar, eu lhe darei em mantimentos.
A pobre mulher hesitou por uns instantes e com a cabeça curvada, retirou da bolsa um pedaço de papel, escreveu alguma coisa e o depositou suavemente na balança. Os três ficaram admirados quando o prato da balança com o papel desceu e permaneceu lá embaixo, como se tivesse mais de dez quilos.
O comerciante virou-se lentamente para seu freguês e comentou contrariado:
- Não posso acreditar!
O freguês sorriu e o homem começou a colocar os mantimentos no outro prato da balança. Como a escala da balança não equilibrava, ele continuou colocando mais e mais mantimentos até não caber mais nada.
Finalmente, ele pegou o pedaço de papel da balança e ficou espantado pois não era uma lista de compras e, sim, uma oração que dizia:
"O Senhor conhece minhas necessidades e estou deixando isto em Suas mãos..."
O homem deu as mercadorias para a pobre mulher, no mais completo silêncio. Ela agradeceu e deixou o armazém. O freguês pagou a conta e disse:
- Valeu cada centavo. Só Deus sabe o peso de uma oração.

sábado, 14 de julho de 2007

Saiba fazer a diferença


"Certa vez, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Ele acordou assustado e mandou chamar um sábio para que interpretasse o sonho.
- Que desgraça, Senhor - exclamou o sábio - Cada dente caído representa a perda de um parente de Vossa Majestade!
- Mas que insolente - gritou o Sultão - Como se atreve a dizer tal coisa?
Então, ele chamou os guardas e mandou que lhe dessem cem chicotadas. Mandou também que chamassem outro sábio para interpretar o mesmo sonho. O outro sábio chegou e disse:
- Senhor, uma grande felicidade lhe está reservada! O sonho indica que ireis viver mais que todos os vossos parentes!
A fisionomia do Sultão se iluminou e ele mandou dar cem moedas de ouro ao sábio. Quando este saía do palácio, um cortesão perguntou ao sábio:
- Como é possível? A interpretação que você fez foi a mesma do seu colega. No entanto, ele levou chicotadas e, você, moedas de ouro!
- Lembre-se sempre - respondeu o sábio - tudo depende da maneira de dizer as coisas!
E esse é um dos grandes desafios da Humanidade. É daí que vem a felicidade ou a desgraça, a paz ou a guerra. A verdade deve ser dita sempre, não resta a menor dúvida. Mas a forma como ela é dita é que faz a diferença. "

Retribuição


"Um rico resolve presentear um pobre em seu aniversário e, ironicamente, manda preparar uma bandeja cheia de lixo e sujeiras.
Na presença de todos, manda entregar o presente, que é recebido com alegria pelo aniversariante, que gentilmente agradece e pede que lhe aguarde um instante, pois gostaria de poder retribuir a gentileza.
Então, aquele humilde senhor vai até sua casa, joga fora o lixo, lava e desinfeta a bandeja, enche-a de flores e devolve-a com um cartão, onde está escrito a seguinte a frase:


'"Cada um dá o que possui em seu coração.'"

Por isso, não se entristeça com a ignorância das pessoas, não perca sua serenidade. A raiva faz mal à saúde, o rancor estraga sua alma e a mágoa envenena o coração. Domine suas reações emotivas, principalmente as negativas, que não darão fruto algum.
Seja dono de si mesmo. Não jogue lenha no fogo de seu aborrecimento. Não perca sua calma. Pense antes de falar e não ceda à impulsividade.
Guardar ressentimentos é como tomar veneno e esperar que outra pessoa morra."

Os Pregos


"Era uma vez um menino que tinha um mau temperamento. O pai dele deu um saco de pregos a ele e disse que para cada vez que o menino perdesse a calma, ele deveria pregar um prego na cerca.
No primeiro dia, o menino pregou 17.
Nas semanas seguintes, como ele aprendeu a controlar seu temperamento, o número de pregos foi diminuindo gradativamente. Ele descobriu que era mais fácil se segurar sua ira do que pregar aqueles pregos na cerca.
Finalmente chegou o dia que o menino não perdeu a calma mesmo.
Ele, então, falou ao pai sobre isto. O pai sugeriu que o menino agora tirasse da cerca um prego por cada dia que ele não perdesse a calma.
Os dias passaram e o menino, então, estava finalmente pronto para dizer a seu pai que tinha retirado todos os pregos. O pai, então, o pegou pela mão e foram até a cerca. O pai disse:
- Você fez muito bem, meu filho. Mas veja só os buracos que restaram na cerca. A cerca nunca mais será a mesma! Quando você fala algumas coisas com raiva, elas deixam cicatrizes como esta aqui. Você pode enfiar a faca em alguém e retirá-la.
Não importa quantas vezes você pede desculpas. A ferida ainda está lá. Um ferimento verbal é a mesma coisa que um ferimento físico.
Amigos são como uma jóia preciosa mesmo. Eles te fazem sorrir e te encorajam a suceder.
Eles te escutam, eles te elogiam, e sempre querem abrir seus corações para nós. Mostre a seus amigos o quanto você liga. Amigos são uma jóia preciosa mesmo!"

Árvore dos Problemas


"Esta é uma história de um homem que contratou um carpinteiro para ajudar a arrumar algumas coisas na sua fazenda.
O primeiro dia do carpinteiro foi bem difícil:
O pneu do seu carro furou.
A serra elétrica quebrou.
Cortou o dedo.... tudo parecia dar errado....
E, ao final do dia, o seu carro não funcionou.
O homem que contratou o carpinteiro ofereceu uma carona para casa. Durante o caminho, o carpinteiro não falou nada. Quando chegaram a sua casa, o carpinteiro convidou o homem para entrar e conhecer a sua família. Quando os dois homens estavam se encaminhando para a porta da frente, o carpinteiro parou junto a uma pequena árvore e gentilmente tocou as pontas dos galhos com as duas mãos.
Depois de abrir a porta da sua casa, o carpinteiro transformou-se. Os traços tensos do seu rosto transformaram-se em um grande sorriso, e ele abraçou os seus filhos e beijou a sua esposa.
Um pouco mais tarde, o carpinteiro acompanhou a sua visita até o carro.
Assim que eles passaram pela árvore, o homem perguntou:
“Porque você tocou na planta antes de entrar em casa?”

“Esta é a minha Árvore dos Problemas. Eu sei que não posso evitar ter problemas no meu trabalho, mas estes problemas não devem chegar até os meus filhos e minha esposa. Então, toda noite, eu deixo os meus problemas nesta árvore, quando chego em casa, e os pego no dia seguinte. E você quer saber de uma coisa? Toda manhã, quando eu volto para buscar os meus problemas, eles não são nem metade do que eu me lembro de ter deixado na noite anterior.” "

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Faça como o sapinho


"Era uma vez uma corrida de sapinhos. Eles tinham que subir uma grande torre e atrás havia uma multidão, muita gente que vibrava com eles.
Começou a competição. A multidão dizia:
“Não vão conseguir, não vão conseguir!”


Os sapinhos iam desistindo um a um, menos um deles que continuava subindo. A multidão continuava a aclamar:
“Vocês não vão conseguir, vocês não vão conseguir!”

E os sapinhos iam desistindo, menos um, que subia tranqüilo, sem esforços.
Ao final da competição, todos os sapinhos desistiram, menos aquele que calmamente terminou o percurso.

Todos queriam saber o que aconteceu e, quando foram perguntar ao sapinho como ele conseguiu chegar até o fim, descobriram que ele era surdo.
Quando se quer fazer alguma coisa que precise de coragem, não devemos escutar as pessoas que falam 'você não vai conseguir”.
Portanto, faça como nosso amigo sapinho, seja surdo aos apelos daqueles que não acreditam em você. "



A Carroça


"Certa manhã, meu pai convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer. Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silêncio, me perguntou:
“Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?”
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:

“Estou ouvindo um barulho de carroça.”

“Isso mesmo”, disse meu pai. “É uma carroça vazia.”
Perguntei ao meu pai:
“Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?”

“Ora”, respondeu meu pai. “É muito fácil saber que uma carroça está vazia, por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz.”
Tornei-me adulto e, até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, inoportuna, interrompendo a conversa de todo mundo, humilhando os tímidos e querendo ser o centro das atenções, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:
“Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz.” "

O Amor é Assim


"Assim é o amor... Alimenta a vida, mesmo diante da morte...
Um casal de namorados estava em alta velocidade na estrada...
Menina: Devagar! Estou com medo...
Menino: Não! É divertido!
Menina: Não é não! Por favor, está me assustando!
Menino: Então, diz que você me ama.
Menina: Certo. Eu te amo.
Menino: Agora me dê um grande abraço.
E a menina o abraça.
Menino: Você pode tirar o meu capacete e colocar em você: está me incomodando.

No jornal do dia seguinte havia seguinte notícia:
Uma moto havia batido por causa de problemas no motor, duas pessoas estavam nela, mas somente uma sobreviveu. A verdade é que, descendo a estrada, o garoto percebeu que os freios haviam falhado, mas ele não queria que a garota soubesse. Ao invés disso, ele fez com que ela dissesse que o amava e sentiu seu abraço uma última vez, e a fez colocar o seu capacete para que ela pudesse viver, mesmo sabendo que por causa disso ele iria morrer.
Felizes os que conseguem amar com essa intensidade.
Por isso, nunca tenha medo de amar.... "

A Cobra e o Vaga-lume


"Conta a lenda que, certa vez, uma serpente começou a perseguir um vaga-lume.
Este fugia rápido, com medo da feroz predadora e a serpente nem pensava em desistir.
Fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e nada. No terceiro dia, já sem forças, o vaga-lume parou e disse a cobra:
“Posso te fazer 3 perguntas?”
“Não costumo abrir esse precedente para ninguém, mas já que vou te devorar mesmo, pode perguntar.”
“- Pertenço a sua cadeia alimentar?
- Te fiz algum mal?
- Então, por que você quer acabar comigo?”
“Porque não suporto ver você brilhar.”
Pense nisso e selecione as pessoas em quem confiar. "

quarta-feira, 11 de julho de 2007

O Sábio


Conta-se que, no século passado, um turista americano foi à cidade do Cairo, no Egito, com o objetivo de visitar um famoso sábio. O turista ficou surpreso ao ver que o sábio morava num quartinho muito simples e cheio de livros. As únicas peças de mobília eram uma cama, uma mesa e um banco.
“Onde estão seus moveis?” - perguntou o turista.
E o sábio, bem depressa, perguntou também:
“E onde estão os seus?”
“Os meus?” - surpreendeu-se o turista – “Mas eu estou aqui só de passagem!” “Eu também” - concluiu o sábio.
A vida na Terra é somente uma passagem. No entanto, alguns vivem como se fossem ficar aqui eternamente, ficam pensando apenas em ter coisas... e esquecem de tentar ser feliz.

terça-feira, 3 de julho de 2007

A Moeda


Conta-se que, numa pequena cidade do interior, um grupo de pessoas se divertia com um individuo da aldeia, um pobre coitado de pouca inteligência, que vivia de bicos e esmolas.
Diariamente, eles chamavam o bobo ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele duas moedas: uma grande de 400 réis e outra menor, de dois mil réis.
Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos. Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
"Eu sei." - respondeu o não tão tolo assim - "ela vale cinco vezes menos. Mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda."
É possível tirar várias conclusões dessa pequena narrativa:
A primeira: quem parece bobo, nem sempre é.
Dito em forma de pergunta: quais eram os verdadeiros tolos da história?
Mas a conclusão mais interessante é a percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.

Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas o que realmente somos.

Pedras Preciosas


Certa vez, um homem caminhava pela praia numa noite de lua cheia, pensando:
“Se eu tivesse um carro novo, uma casa grande, um excelente trabalho, e uma parceira perfeita, seria feliz.”
De repente, tropeçou em uma sacola cheia de pedrinhas. Ele começou a jogar as pedras no mar e a cada uma ele dizia:
“Ah, se eu tivesse isso, se eu tivesse aquilo... seria feliz...”
Assim, ele fez até que restasse apenas uma pedrinha na sacola e decidiu guardá-la.
Quando chegou em casa, viu que aquela pedrinha era um diamante valioso. Imagine quantos diamantes ele jogou ao mar sem parar para pensar?
Assim somos nós: jogamos fora nossos preciosos tesouros, pois vivemos sonhando com coisas perfeitas e desejando cada vez mais, sem dar valor ao que temos por perto. Se olhássemos ao redor, parando para observar, perceberíamos o quanto somos afortunados. Mais perto do que se imagina está nossa felicidade. Por isso, cada pedrinha deve ser observada, pois pode ser um diamante valioso. Cada um de nossos dias pode ser considerado um presente valioso e insubstituível. Depende de cada um aproveitá-lo ou lançá-lo ao mar do esquecimento para nunca mais recuperá-lo.
E você, como anda jogando suas pedrinhas?

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Jesus Cristo


Um casal de ateus tinha uma filha e jamais havia dito uma palavra sequer sobre Deus para a criança. Uma noite, quando a menina estava com seus 5 anos de idade, em meio a uma briga descontrolada, o pai atirou na mãe, na frente da criança. Depois, tirou sua própria vida. A menina assistiu a tudo.
Após a tragédia, ela foi mandada a um orfanato. A senhora que tomava conta do local era cristã, muito devota, e fez questão de mostrar quem era Deus para aquela criança.Então, no primeiro dia da catequese ela preveniu a professora, dizendo que a nova aluna nunca ouvira falar sobre Deus ou Jesus Cristo. Pediu-lhe, então, que tivesse paciência com ela. A professora, então, mostrando uma foto de Jesus às crianças, questionou:
“Alguém sabe me dizer quem é este?”
A pequena órfã, para espanto de todos, levantou a mãozinha e disse:
“Eu conheço.”
Todos os olhares se voltaram para ela que, com uma voz doce e calma, esclareceu:
“Este é o homem que estava me segurando no colo no dia que meus pais morreram.”